sábado, 20 de junio de 2009

A Biblioteca Virtual como Suporte


POSTAGEM 3:


Plano Do Nosso Blog

Prezados membros do grupo oficina da monografia, passo-lhes aqui uma idéia para a preparação do blog do nosso grupo oficina da monografia. Blog este concebido como um recurso para a formação nos direitos sociais e para a pesquisa sobre voluntariado, contendo um esboço de biblioteca virtual, com acondicionamento próprio do acervo e buscador específico. O plano é bem simples e consiste em dar aproveitamento às ferramentas disponibilizadas gratuitamente pelo google.

De fato, como sabemos (Ver postagens de Agosto/Setembro), para constituir-se como suporte junto às atividades formativas UMA BIBLIOTECA VIRTUAL PRECISA DE UM ACERVO EM SEU ESPAÇO/HOMEPAGE E DE UM BUSCADOR.

O acervo teremos que formar pesquisando, classificando e reproduzindo o material público para armazena-lo em nosso espaço no “Documentos e Planilhas ” Os arquivos subidos ficarão armazenados sob nossa conta nesse espaço/instrumento oferecido pelo Google Docs & Spreadsheets (Ver http://www.google.com/google-d-s/intl/en/tour1.html ) e daí serão publicados com o endereço/URL desse nosso espaço na Internet.

Uma vez criado o nosso Blog (prefiro host no Blogger pela operatividade rápida e elegância Ver http://www.blogger.com/tour_start.g ) bastará inserir/postar o título de cada documento classificado com link para o nosso endereço/URL no Documentos e Planilhas.

Desse modo estará constituído e disponibilizado o acervo virtual, bastando ao usuário teclar no título do documento desejado em nosso Blog para acessa-lo a partir de nosso espaço/endereço/URL

À medida que o acervo cresça, introduziremos o Buscador por nós então criado no Google Custom Search Engine (Ver http://www.google.com/coop/cse/ ), a exemplo do buscador que criei para a sociologia e as ciências sociais
(Ver http://www.google.com/coop/cse?cx=001025875507377962189%3Awi6s2juaf0m&hl=fr).

É isso. Toda a sugestão será bem vinda. Quem puder informe endereços/URLs de ONGs para eventual contato em vista de divulgar nosso Blog como um serviço útil e necessário.

Bibliotecas virtuais com Pequeno Alcance: serventia


POSTAGEM 2:

Sobre as bibliotecas virtuais e as ONGs – II

A exigência indispensável para configurar uma biblioteca digital/virtual é a implantação de uma máquina de busca específica na página de acervo do website da ONG para o que o Google Custom Search Engine oferece gratuitamente um serviço free bastante satisfatório.

1) – Acredita-se que a vida digital potencializará a comunicação humana e, por conseqüência, não acarretará o desaparecimento de antigos suportes comunicativos como a sociabilidade. Desse modo, o uso cada vez maior de tecnologias no dia-a-dia tem também ajudado a constituir novas bases para a difusão do conhecimento e da cultura. No Brasil, muitos acervos estão sendo disponibilizados por meio da rede internet, proporcionando maior visibilidade às coleções. MUITAS INSTITUIÇÕES JÁ DISPONIBILIZAM CATÁLOGOS ON-LINE COM ACERVOS ESPECÍFICOS CORRESPONDENDO A ÁREAS ESPECÍFICAS DAS PRÓPRIAS ORGANIZAÇÕES.

O advento dos meios tecnológicos, posteriormente à Internet, tem provocado o surgimento de novos tipos de leitores. Em apenas alguns cliques, uma criança ou um adulto acessa inúmeras páginas e conteúdos. Muitas iniciativas importantes têm sido desenvolvidas tanto no sentido de REUNIR quanto de DISPONIBILIZAR conteúdos digitais de acesso público, a exemplo do Programa Prossiga www.prossiga.cnpq.br , que disponibiliza bibliotecas virtuais temáticas.

2) – Seja como for, os documentos disponibilizados via Internet constituem uma grande biblioteca digital de conteúdo genérico. O mecanismo mais utilizado pelos usuários da Internet para encontrar documentos de seu interesse são MÁQUINAS DE BUSCA. Mas, em geral, as máquinas de busca não conseguem satisfazer as necessidades do usuário. Um dos motivos é a diversidade de temas e perfis de usuários. UMA TENDÊNCIA PARA DISPONIBILIZAR DADOS NA INTERNET SÃO BIBLIOTECAS DIGITAIS DE CONTEÚDO ESPECÍFICO, QUE POSSIBILITAM MAIOR PRECISÃO NAS PESQUISAS.

3) – COM BASE EM CONTEXTOS (ESPECÍFICOS) RELACIONADOS A ASSUNTOS (ESPECÍFICOS), É POSSÍVEL DESENVOLVER MECANISMOS ESPECIALIZADOS que facilitem ao usuário encontrar e visualizar informações de seu interesse. A recuperação de informação em uma biblioteca digital é feita por meio de um sistema de recuperação de informação (SRI) que busca informações contidas em documentos da biblioteca digital que possam ser úteis para o usuário.

4) – Neste sentido de implantar máquinas de busca específicas no acervo como característica de uma biblioteca digital/virtual lembro que a ferramenta de pesquisa que utilizamos para pôr em obra o Buscador para a sociologia e as ciências sociais (Ver mensagens aqui postadas em Julho/Agosto) atende perfeitamente ao instrumento fundamental indispensável à criação de um recurso como a biblioteca virtual, capaz de REUNIR e de DISPONIBILIZAR conteúdos digitais de acesso público das ONGs.

Leia as informações sobre o Google Custom Search Engine :

http://www.google.com/coop/cse/

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Modelo de Biblioteca Virtual


SOBRE A CRIAÇÃO DE BIBLIOTECAS VIRTUAIS

Rio de Janeiro, Setembro 2007.
Fonte:
Grupo Oficina da Monografia


Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil. Para ver uma cópia desta licença, visite
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/
ou envie uma carta para Creative Commons, 171 Second Street, Suite 300, San Francisco, California 94105, USA.


POSTAGEM 1:

As Ongs E A Formação Nos Direitos Sociais.

A sugestão de implantar bibliotecas virtuais em ONGs é valida porque cria um suporte mais funcional, completo, visível e acessível para os treinamentos e capacitações e outras atividades formativas e informativas, além é claro de lançar bases para cursos a distância e com isso abrir novas linhas de integração no campo da educação.
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Pelo que parece tem muita gente boa nas ONGs pensando em aprofundar a formação nos Direitos Sociais, seja mediante a criação de bibliotecas em rede na Internet ou bibliotecas propriamente virtuais, seja pela arrecadação de livros para acervos locais como o faz o MST em http://www.mst.org.br/mst/especiais.php?ed=46

Já se admite que o termo biblioteca pode ser aplicado para as acervos de textos e documentos diversos que estão em vias de serem coletados ou arrecadados, à condição de que esses reduzidos acervos alcancem matérias específicas e tenham o objetivo de oferecer suporte às atividades formativas e informativas como a instrução básica, as capacitações, os treinamentos, subscrições, press releases, estudos, colóquios, congressos, conferências, e todas as atividades que demandam pesquisa ou consulta aos materiais produzidos ou não na própria ONG, podendo chegar com o crescimento inclusive aos cursos em linha e à educação a distância.

Em modo geral a sugestão para implantar bibliotecas virtuais é facilitada e não acrescenta despesas. Basta lembrar que as ONGs com domínio na Internet já dispõem de webmaster e já têm disperso em sua Homepage parte do material classificado a ser carregado para uma biblioteca virtual, como Clipping =Arquivos com matérias que citam a ONG e estão veiculadas em jornais, revistas, sites, emissoras de TV e rádio ;
Informe Digital = Arquivo com os Informes Digitais enviados periodicamente pela ONG aos seus subscritores; Links = Seleção de Websites relacionados com o universo do Voluntariado e da ONG considerada.

Podemos tirar da Página da ABAD RIO em http://www2.abed.org.br/biblioteca.asp
o modelo de que uma biblioteca virtual compreende uma classificação em cinco seções cada uma com um link próprio dentro do botão biblioteca na página do Website da ONG. O mesmo esquema sendo aplicado para o material virtual carregado em HTML dentro de cada seção. Parece não exigir muita sofisticação tecnológica além da criação de páginas WEB que os webmasters fazem.

Veja no seguinte o sumário das cinco seções de uma biblioteca virtual com base em textos (podendo ser ampliada para incluir outros tipos de suportes eletrônicos como vídeos, DVDs, etc):

Bibliografia
E-books e outros estudos ou publicações eletrônicas que abordem os Direitos Sociais e o voluntariado ou/e interessem à formação nesta área, podendo eventualmente incluir os livros ou volumes em suporte papel como Atas de Congressos, Anuários, Revistas Temáticas, Universitárias ou Científicas.

Clipping
Arquivos referentes à própria ONG com matérias veiculadas em jornais, revistas, sites, emissoras de TV e rádio.

Informe Digital

Arquivo com os Informes Digitais (ou Boletins, Online Newsletters, etc) enviados periodicamente pela ONG aos seus subscritores.

Links
Seleção de Websites relacionados com o universo do Voluntariado e os Direitos Sociais.

Textos
Arquivo de textos eletrônicos diversos de inúmeros autores sobre variados temas de direitos sociais e voluntariado como mensagens, comentários, artigos, relatórios, pareceres, demonstrativos, etc.


Jacob (J.) Lumier

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Sociologia, Ciências Humanas e Sociais: Buscador Especial



Trata-se de uma Ferramenta do Google Custom Search Engine acessível à contribuição voluntária.

Reúne em preferência Websites e Blogs com Bibliotecas Virtuais e obras eletrônicas em acesso livre.

Atualmente contamos cerca de cento e cinquenta websites de interesse.

Acesse o link abaixo e colabore inserindo outros links para a pesquisa.


Buscador



Vantagem: Torna mais rápida a localização de obras desde uma ferramenta de busca restrita aos sites específicos da área e do interesse dos profissionais de ciências humanas e sociais.


Este Buscador foi enviado para diversos grupos


REALIZAÇÃO DO GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA - GOM


Mensagem de Promoção da funcionalidade deste Buscador por nós criado:


Localize autores e obras pesquisando termos ou palavras-chave em

português, espanhol, francês e até Inglês nos seguintes websites, dentre outros:

Classiques des Sciences Sociales (UQAC, CA); Programa Sala de Lectura

CTS+I da Organización de Estados Iberoamericanos para la Ciencia, la

Educación y la Cultura -O.E.I; Universidade de Campinas -UNICAMP;

Conse-lho Latinoamericano para as Ciências Sociais - CLACSO;

Biblioteca Virtual do Ministério da Educação-Domínio Público;

Universidade Autonoma do Estado de México -UAEMEX;

Universidade de São Paulo-USP; em revistas eletrônicas (la Factoria,

Tecnociencia, Redalyc, Digithum, Scielo, etc), em obras e blogs de

sociologia, etc.


Em Julho 2007



jueves, 11 de junio de 2009

Cooperação para o desenvolvimento da educação em Ibero-américa

NCI Noticias - Metas Educativas 2021
Álvaro Marchesi, Secretario General de la OEI, responde a la pregunta ¿Cuáles son los nuevos retos educativos de Iberoamérica?

La educación es un derecho, la creatividad una necesidad y la cooperación una herramienta. ¿Qué pasa cuando no se tiene acceso a la primera? ¿Cuándo la segunda no está estimulada? ¿O cuando no hay terceros interesados en preservar la tercera?
Hace unas semanas concluían en Lisboa (Portugal) las Conferencias de Ministros de Cultura y Educación de los Estados Iberoamericanos. Entrevistamos a Álvaro Marchesi, secretario general de la Organización de Estados Iberoamericanos (OEI), que nos presenta los proyectos Metas Educativas 2021, la Carta Cultural Iberoamericana y las previsiones de cooperación con las regiones iberoamericana y europea para los próximos meses.

Más información

viernes, 22 de mayo de 2009

Agencia de Noticias para la divulgación de la Educación, Ciencia, Tecnología y Cultura

DiCYT es el nombre de la Agencia de Noticias para la divulgación de la Educación, Ciencia, Tecnología y Cultura que forma parte del Proyecto Novatores del Instituto ECYT de la Universidad de Salamanca y que se consituye en el mecanismo de vinculación entre los productos del Proyecto Iberoamericanos de Divulgación Científica y de la Red Iberoamericana de Unidades de Cultura Científica y los medios de comunicación que promueve la OEI en el marco de sus acciones para avanzar en la construcción del Espacio Iberoamericano del Conocimiento.

La Agencia cuenta con el apoyo, entre otros, de la Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID) y la Junta de Castilla León

La iniciativa permitió crear un sistema regional de información especializado que surgió en el año 2003, con el objetivo de facilitar a la opinión pública el acceso a noticias especializadas en temas científicos y tecnológicos en el ámbito de Castilla y León. Tras cinco años de andadura, se pone en marcha el proyecto DiCYT Plataforma Iberoamericana de Divulgación, con el objetivo de fortalecer las relaciones entre investigadores de habla hispana y portuguesa, fomentando la colaboración y la creación de sinergias mediante el intercambio de recursos y conocimientos.

DiCYT Iberoamérica’ facilita también la identificación de iniciativas innovadoras estratégicas que mejoran el desarrollo social y la competitividad empresarial en los países iberoamericanos. Asimismo, la iniciativa permite incrementar el acervo científico en español y portugués y mejora la visibilidad internacional de la ciencia y la tecnología que se gesta a uno y otro lado del Atlántico.

¿A quién se dirige?

DiCYT presta sus servicios a dos tipos de destinatarios:

* Los usuarios registrados, principalmente medios de comunicación, que tienen acceso a las informaciones en el Área Restringida durante un plazo de dos días, tras los cuáles, las informaciones pierden la exclusividad y pasan a estar en el Área Pública.
* Los usuarios del Área Pública que tienen acceso a los contenidos en abierto sin necesidad de un registro previo. Este espacio tiene como objetivo incrementar la información científica disponible para los ciudadanos y, en consecuencia, sus conocimientos sobre estas áreas.

¿Qué ofrece a sus usuarios?

Información exclusiva sobre temas relacionados con la ciencia y la tecnología, elaborados por la redacción de la Agencia, en diferentes géneros periodísticos (noticias, reportajes y entrevistas), completadas con elementos informativos adicionales como gráficos, archivos de vídeo, cortes de audio…

¿Cómo se utiliza?

DICYT ofrecerá su servicio a través de la página web www.dicyt.com. A través de la misma, los usuarios pueden acceder a informaciones en abierto y también a informaciones restringidas para las que es necesario tener una clave. Dicha clave será proporcionada por la Agencia DiCYT previa solicitud a través del correo agencia @ dicyt.com

¿Qué hay que hacer para ser usuario de DICYT?

Los requisitos para acceder a DiCYT son diferentes en función del tipo de usuario:

* Los usuarios del Área Pública podrán acceder a todas las informaciones en abierto sin necesidad de registrarse.
* Los usuarios del Área Restringida deberá acreditar su trabajo como periodistas en un medio de comunicación y solicitar a la Agencia las preceptivas claves de acceso. Una vez aprobado dicho acceso, a cada usuario se le asignará un registro personalizado que le permitirá descargarse las informaciones y los materiales complementarios.

¿Cómo difundir informaciones a través de la plataforma?

La plataforma DiCYT se sustenta sobre una herramienta informática de uso muy sencillo y accesible que está a disposición de aquellas instituciones productoras o gestoras de Ciencia interesadas en divulgar sus actividades. Así, aquellas entidades interesadas en hacer uso de la plataforma deben acreditar su vinculación al ámbito de la producción científico-técnica y solicitar un usuario de redacción a través de director @ dicyt.com.

Acceder a DiCYT

Red Iberoamericana de Unidades de Cultura Científica

La constitución de una red Iberoamericana dedicada a la difusión, divulgación y promoción de la actividad científica y tecnológica, cultural y educativa se perfila como una iniciativa cada vez más necesaria en un contexto globalizado en el que el desarrollo socioeconómico de los pueblos está, en buena medida, condicionado por su capacidad innovadora.

De ahí que la puesta en marcha de un proyecto como el que se describe a continuación resulte indispensable en cuatro ámbitos muy concretos cuya fortaleza incide directamente sobre dichas capacidades.

* Fortalecimiento de las relaciones entre investigadores de Iberoamérica, fomentando la colaboración y la creación de sinergias mediante el intercambio de recursos y conocimientos.

* Identificación de iniciativas innovadoras estratégicas que mejoren el desarrollo social y la competitividad empresarial de los países iberoamericanos, haciendo especial hincapié en la transferencia de los resultados desde el ámbito de la investigación a los sectores socio-económico y productivo.

* Incremento el volumen de información relativa a I+D disponible para la sociedad mejorando la cultura científica de los ciudadanos y fomentando la transmisión de un acervo científico en español y en portugués.

* Creación de canales que mejoren la visibilidad internacional de la Ciencia, Cultura y Educación gestada y producida en Iberoamérica.

Enlaces relacionados

Curso Iberoamericano de Formación de Agentes de Cultura Científica
Comunidad de Educadores Iberoamericanos para la Cultura Científica

17 de mayo de 2009

viernes, 1 de mayo de 2009

Apropriação Coletiva do Conhecimento



DECLARAÇÃO DE LISBOA


Las Ministras y los Ministros de Educación de Iberoamérica, reunidos en la XIX Conferencia Iberoamericana de Educación, en el marco de la XIX Cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado y de Gobierno que tendrá lugar durante los días 30 de noviembre y 1 de diciembre de 2009, cuyo eje temático es la Innovación y el Conocimiento".

CONSIDERAMOS

1. Que la innovación y el conocimiento, tanto en su producción como en su aplicación a todos los ámbitos de la vida de nuestras sociedades, representan un factor decisivo para elevar los índices del desarrollo humano como condición para lograr la justicia social.

2. Que los cambios económicos y sociales que se están produciendo provocan una transformación cultural a la que deben hacer frente los sistemas educativos.

3. Que las Tecnologías de la Información y Comunicación (TIC) han transformado el enfoque de la educación en cuanto a la generación y transmisión del conocimiento y plantean desafíos de tipo éticos que deben ser orientados por principios de equidad, solidaridad y respeto a la diversidad.

4. Que en una situación de crisis económica, como la que en estos momentos padecen el conjunto de las naciones, la apuesta por la innovación y la educación, con el uso generalizado de las TICs, es una vía inexcusable para mejorar la situación de nuestra región. Todo ello, con el propósito de producir nuevos conocimientos acordes con las necesidades, particularidades y aspiraciones de nuestros pueblos, así como para su más generalizada aplicación.

5. Que la celebración de los bicentenarios de las independencias de la mayoría (muchos) de los países iberoamericanos, que se iniciará a partir del presente año, constituye una oportunidad única para lograr mayores niveles de cohesión y desarrollo de la comunidad iberoamericana de naciones a través de la educación.

6. Que los avances constatados en la concreción de los Programas coordinados por la Secretaría General Iberoamericana (SEGIB) y la Organización de Estados Iberoamericanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura (OEI), y en su caso el Consejo Universitario Iberoamericano (CUI) acordados en las Cumbres Iberoamericanas de Jefes de Estado y de Gobierno, como son el Plan Iberoamericano de Alfabetización y Educación Básica de Jóvenes y Adultos (PIA), el Espacio Iberoamericano del Conocimiento (EIC), con el Programa "Pablo Neruda", así como otras acciones de mejora de la educación y de la formación profesional -como RELPE y ATEI-, demuestran la validez e importancia del esfuerzo compartido y solidario que supone la cooperación iberoamericana.

7. Que la propuesta "Metas educativas 2021: la educación que queremos para la generación de los bicentenarios" constituye una oportunidad histórica y un reto estratégico para dar el impulso definitivo que requiere la educación en cada uno de nuestros países, como lo demuestra el apoyo recibido de la XVIII Cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado y de Gobierno.

ACORDAMOS

1. Promover la innovación y conocimiento como factores estratégicos fundamentales en las políticas educativas para la generación: a) de nuevos conocimientos, b) mayores niveles de desarrollo humano, c) bienestar social, d) desarrollo sostenible, e) desarrollo de aprendizajes significativos, f) incremento de oportunidades para el acceso de todas y todos a la educación y al conocimiento.

2. Reafirmar que es ineludible que las políticas educativas públicas que deben promover y llevar a cabo nuestros Estados con la colaboración de los diferentes actores sociales incorporen la visión estratégica que aporta la innovación científica y tecnológica y las grandes posibilidades que genera el uso de las nuevas tecnologías en la educación.

3. Impulsar estrategias encaminadas a universalizar el acceso a las Tecnologías de la Información y de la Comunicación (TIC) y el desarrollo de contenidos digitales, entre otros, a través de programas de alfabetización digital y tecnológica para promover la apropiación social del conocimiento.

4. Comprometernos a enfrentar la actual situación de crisis económica mundial con un redoblado esfuerzo a través de la educación, la ciencia y la innovación. Generando mecanismos para proteger, mantener e incrementar los presupuestos de educación de cada país; convirtiendo con ello esta circunstancia en una oportunidad para el logro de mayores niveles de cohesión y desarrollo de nuestra región.

5. Apoyar que una educación de calidad se oferte con la mayor gratuidad posible, de acuerdo con las políticas públicas de cada país.

6. Fortalecer la formación del personal docente, en especial en materia de TICs e incorporarlas en los procesos educativos de nuestros países en todos sus niveles.

7. Estimular las vocaciones tempranas de los niños, niñas y jóvenes en el ámbito de la ciencia y la tecnología, con el objetivo de garantizar la formación y transición de nuevas generaciones de investigadores y científicos.

8. Considerar el conocimiento como un bien público promoviendo su apropiación social como eslabón para la construcción de procesos de innovación social y educativa, con miras a alcanzar el desarrollo sostenible e integral de nuestros pueblos.

9. Apoyar el trabajo que la SEGIB y la OEI están llevando a cabo en la coordinación e implementación del PIA, como Programa Cumbre, así como junto con el CUIB en el programa iberoamericano de movilidad "Pablo Neruda", cuya rápida puesta en marcha valoramos de manera positiva. Reiterar la importancia de la universalización de la alfabetización, reconociendo la diversidad de programas y métodos existentes en la región.

10. Promover la colaboración de los sistemas nacionales de evaluación y acreditación de la calidad de la educación superior de la región a fin de favorecer el establecimiento de mecanismos ágiles de reconocimiento mutuo de periodos de estudio, títulos y diplomas.

11. Animar a la OEI a extender los programas y proyectos que está llevando a cabo para la mejora de la calidad de la educación y de la formación técnico profesional, y a consolidar el Centro de Altos Estudios Universitario Iberoamericano, las Comisiones Asesoras de Expertos Iberoamericanos y los Institutos para el Desarrollo y la Innovación Educativa.

12. Aprobar las metas educativas generales presentadas por la OEI para llevar a cabo la propuesta "Metas educativas 2021: la educación que queremos para la generación de los bicentenarios":

Reforzar y ampliar la participación de la sociedad en la acción educadora.

Incrementar las oportunidades y la atención educativa a la diversidad de necesidades del alumnado.

Aumentar la oferta de educación inicial y potenciar su carácter educativo.

Universalizar la educación primaria y la secundaria básica y mejorar su calidad.

Ofrecer un currículo significativo que asegure la adquisición de las competencias básicas para el desarrollo personal y el ejercicio de la ciudadanía democrática.

Incrementar la participación de los jóvenes en la educación secundaria superior, en la técnico profesional y en la universitaria.

Favorecer la conexión entre la educación y el empleo a través de la educación técnico profesional.

Ofrecer a todas las personas oportunidades de educación a lo largo de toda la vida.

Fortalecer la profesión docente.

Ampliar el espacio iberoamericano del conocimiento y fortalecer la investigación científica.

Invertir más e invertir mejor en educación.

Todas ellas representan fielmente nuestro compromiso de futuro para cohesionar nuestras sociedades en torno a objetivos de justicia y democracia.

13. Impulsar el proceso de debate del proyecto para que cuente con la más amplia difusión y participación, tanto en entidades gubernamentales como no gubernamentales, y con ello lograr el mayor nivel de consenso, compromiso y apropiación colectiva.

14. Encargar a la OEI el desarrollo de esta propuesta con la concreción de sus objetivos, metas, indicadores, programas de acción compartidos y mecanismos de seguimiento y evaluación, que serán presentados en la Conferencia Iberoamericana de Ministros y Ministras de Educación a celebrarse en la República Argentina en septiembre de 2010.

15. Requerir a la OEI que a partir del estudio de los costos realizado en 2009, avance en la definición de un fondo de cooperación solidario.

16. Encargar a la OEI que en conjunto con los estados miembros identifiquen al menos cinco metas prioritarias, sus indicadores y niveles de consecución respectivos que podrán ser instrumentados por los países.

17. Apoyar la propuesta presentada por la OEI sobre un programa educativo para la primera infancia de 0 a 5 años y solicitar su desarrollar para favorecer la equidad y los aprendizajes oportunos, significativos, priorizando aquellos niños y niñas con mayores carencias y necesidades para con ello anticipar y dar cumplimiento a los objetivos previstos en esta materia en la propuesta Metas 2021.

18. Aprobar la realización del Congreso Iberoamericano de Educación en Argentina en el año 2010, en coincidencia con la XX Conferencia Iberoamericana de Ministros de educación

19. Elevar a la XIX Cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado y de Gobierno la propuesta aprobada de Metas Educativas 2021 así como avanzar en la definición del fondo de cooperación solidario, encargando a la SEGIB junto con la OEI, el desarrollo de ambas iniciativas para ser presentado a la XX Cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado y de Gobierno.

19. Agradecer, finalmente, la cálida acogida, cortesía y eficaz organización brindadas por el Ministerio de Educación de la República de Portugal y por la OEI, que han contribuido decisivamente a los éxitos de esta Conferencia y a la cooperación educativa iberoamericana.

Portugal, Lisboa, 20 de abril de 2009

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Reproduzido por Jacob (J.) Lumier

Fonte: Web da OEI